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A República de Maracaju e o Triunvirato do Barulho



A República de Maracaju criou um novo núcleo de poder: o Triunvirato do Barulho.


Trata-se de uma instância paralela para assuntos confusos e com alto potencial para estragar ainda mais a vida do Estado.



 As decisões políticas são agora tomadas pelo governador Reinaldo Azambuja, Waldir Neves e Sérgio de Paula. Eles se fecham, discutem e tomam atitude. 

Tem gente estudando com mais afinco a Lei de Murphy.



Ficaram escanteados Márcio Monteiro (que será jogado no TCE-MS), Ivanildo Miranda (que não ajudou como devia a campanha de Rose Modesto) e Carlos Alberto Assis (que será enviado como assessor especial a Três Lagoas para cuidar de Ângelo Guerreiro, o louco).



Os secretários Eduardo Riedel, Jaime Verruck, Nelson Tavares e Ednei Marcelo Miglioli permanecem ainda orbitando a periferia da periferia da RM. 



A estrela em ascensão é o Conselheiro do TCE-MS Waldir Neves. 



Azambuja não dá mais um passo sem ouvi-lo.



É provável que o ISP suba mais um pouco.



O Chefe da Casa Civil está enciumadíssimo com Neves, mas o suporta porque gerou muitas crises internas na última rodada eleitoral e se sente, no momento, enfraquecido.



Alguns secretários não podem nem ouvir falar do "capitão do mato". Motivo: de Paula criou uma falsa pesquisa no final da campanha de Rose mostrando que ela havia encostado em Marquinhos Trad.



Vários apoiadores, estimulados com a notícia, venderam gado, tiraram investimento do banco, passaram o chapéu entre amigos para turbinar Rose e apoiadores.



A pesquisa era mentirosa. Sentiram-se enganados e culpam o Chefe da Casa Civil pela armação. O problema é que ninguém tem coragem de falar abertamente para Azambuja como foram os últimos dia de Sodoma e Gomorra.



O ambiente está tenso.