Depois que o prefeito Gilmar Olarte saiu da cadeia esqueceram que ele havia ameaçado vários personagens políticos de incluí-los numa delação sobre a Operação Coffee Break.
O caso assustou muita gente. E a partir daí deu-se início a uma operação de bastidores para deixá-lo em paz no seu sacrossanto lar, juntamente com sua esposa Andréia Olarte.
No período mais tenso da prisão, Olarte havia apontado o dedo na direção de Rose Modesto e Reinaldo Azambuja.
Nos bastidores dos acontecimentos, sabe-se houve noites mal dormidas e ranger de dentes.
Nos bastidores dos acontecimentos, sabe-se houve noites mal dormidas e ranger de dentes.
Comenta-se que até magistratura foi pressionada para que o assunto voltasse à baila somente após as eleições, pois se sabia que o tema tinha grande potencial para desequilibrar o jogo, como de fato aconteceu.
Nesse meio tempo, aconteceu um fato que desviou a atenção da mídia: o assassinato do ex-vereador Alceu Bueno. O caso explodiu e a imprensa mudou o foco.
(Tem gente maluca que pensa que o silêncio de Olarte tem a ver com esse crime. O mundo é mesmo esquisito.)
(Tem gente maluca que pensa que o silêncio de Olarte tem a ver com esse crime. O mundo é mesmo esquisito.)
Não se sabe muita coisa sobre os últimos dias de Gilmar e Andréia em suas respectivas vidas domésticas.
Comenta-se que alguns amigos propuseram que ambos contassem em vídeo e divulgassem pelas redes sociais qual a natureza de suas relações com Rose e Azambuja durante o período em que estiveram no comando da prefeitura.
Os dois negaram.
Ao mesmo tempo não se sabe como estão vivendo, como pagam a conta de luz e água, o leitinho das crianças, enfim, como sobrevivem materialmente falando. Obviamente, não se alimentam apenas de orações.
Nesse ínterim, a única coisa que se sabe é que o Governo respira aliviado. Até quando?