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Quem vai ficar com Rose

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Tem alguma coisa estranha acontecendo nessa busca incessante da vice-governadora Rose Modesto para indicar um parceiro em sua chapa, na corrida para a prefeitura de Campo Grande. O natural seria ela ter o mundo aos seus pés, com pretendentes de sobra  brigando para ser o escolhido.
 Imaginava-se que o poder de atração do Governo do Estado e da estrutura oferecida pelo PSDB fossem elementos suficientes para dar a Rose os holofotes necessários para que ela se transformasse numa espécie de princesa a ser disputada por todos os partidos que sonham fazer parte do centro político do Estado. 
Mas a “morena mais bonita do Brasil” está suando para conseguir um parceiro. Tentou o PSB, mas o ex-candidato ao senado pelo PT nas últimas eleições, Ricardo Ayache, pulou fora. Tentou articular o apresentador Tatá Marques, mas os marqueteiros acharam que a chapa ficaria “inconsistente”. Tatá segue a linha de bobo da corte. 
O nome da vez é do ex-diretor do Sebrae/MS, Cláudio George Mendonça, do PR, nome tirado do bolso do colete de Sérgio Longhi, presidente da FIEMS. De acordo com os estrategistas políticos, ontem reunidos em intensas libações do restaurante Pietro e Maria, Mendonça daria “consistência” gerencial à Rose. Espera-se. 
O problema é que, independentemente, do “gestor” da candidata, se ela vencer o pleito, quem vai “administrar” a prefeitura de Campo Grande será a família Modesto e suas igrejas. O resto será figuração.
 



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