A edição do Correio do Estado de hoje publica uma nova pesquisa de opinião do IPEMS. Não dá para levá-la a sério. Ela quase provoca ri...

Pesquisa do IPEMS é favorável a Bernal, apesar de tudo

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A edição do Correio do Estado de hoje publica uma nova pesquisa de opinião do IPEMS.

Não dá para levá-la a sério. Ela quase provoca risos. O Dr. Sandim sabe a razão.

Na verdade ela ridiculariza o governador Reinaldo Azambuja e deve causar alegria comedida em Alcides Bernal.


O universo de entrevistados é de 400 pessoas. Até aí tudo bem. Para o tamanho da população da Capital é possível aferir indicadores razoavelmente consistentes com esse número. O que causa espanto é a margem de erro: 4,9%.

Quem conversa com especialistas no assunto sabe que uma margem tão larga assim carrega um imenso viés (termo usado quando o improvável soma-se ao impossível, o Dr. Sandim sabe).

Os números extraídos da caixa mágica do Instituto são os seguintes: Reinaldo Azambuja tem 59,6% de aprovação; 9,2% de desaprovação; e 31,1% de indiferença (ninguém explica o que isso significa; na minha opinião é o tal gosto de sorvete de braquiária que tanto falam).

Alcides Bernal tem 27,8% de aprovação; 33,8% de desaprovação; e 38,2% de indiferença. Ou seja: para o CE o prefeito está mal das pernas e o governador está bombando. Azambuja deve estar com problemas de autoestima.

Olhando esses números com atenção - sem achar que a reportagem de Adilson Trindade (sempre ele) é maliciosa - o prefeito pode ser considerado quase um herói: mesmo com a cidade em estado caótico ele mantém fidelizado 30% dos eleitores e pode avançar sobre os 38% que estão indiferentes. Desse jeito, ganha a próxima eleição.

E o governador Reinaldo? Uai, ele não é candidato a prefeito, portanto não cabe a comparação com Bernal. Seus índices não servem para nada, a não ser que houvesse algum indicativo de potencial de transferência de votos.

Azambuja tá carente.




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