Li no Correio do Estado de hoje (11/03) uma entrevista "exclusiva" desse patrimônio moral chamado Sergio Murilo, recém nomeado Se...

O balcão de negócios de Murilão

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 Li no Correio do Estado de hoje (11/03) uma entrevista "exclusiva" desse patrimônio moral chamado Sergio Murilo, recém nomeado Secretário de Governo (Segov). 

Murilo é uma besta quadrada. Diz com todas as letras que não é um servidor do Estado e sim um dirigente partidário cuja função pública será azeitar os mecanismos de seu partido, o Podemos. 

Nada sutilmente, ele diz que vai usar a estrutura de poder para turbinar seu partido. Tenho pena do PSDB.

Fico aqui a pensar: será que ele algum dia leu a Constituição ou as bases referenciais do republicanismo? Parece que não. 

Uma declaração é assombrosa: "Eu sou da iniciativa privada, empresário, quando me deram essa missão, falei: 'é mole'. Os caciques podem entender muito bem de política, porem, não sabem como gerenciar um partido". 

Fico a imaginar o que os "caciques" (Reinaldo Azambuja etc) devem pensar depois que foram chamados de incompetentes. Algum jornalista fará a pergunta a esses gigantes do mundo partidário?

Ou seja: Murilão chegou chegando, apresentando suas credenciais, espargindo suas platitudes, mostrando que é um prato cheio para a turma do Ministério Público, visto que ele imagina que vai tocar a máquina do Governo com os métodos que o notabilizaram como negociante de contratos entre as esferas públicas e privada. 

Mais: na entrevista ele afirma que sua função será atrair os irmãos Modestos (Rose e Rinaldo) para seu partido. 

Na verdade, não precisa: ele é o dono destes dois parlamentares há muito tempo, promovendo transações à luz do dia em padarias da cidade. 

Tenho pena da República de Maracaju. Ela se esforça para se purificar, mas fica cada vez mais suja com figurinhas como Serginho Murilo e outros. 

O personagem é mais um elefante nervoso dentro de uma loja de louças. Tadinha de Rose e Rinaldinho...







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Um comentário:

  1. Conheci de perto a figura. Não tem discerninento entre o certo e o errado. Todas as ferramentas são válidas para consolidar o espaço conquistado na base do empurrão e troca de favores

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